Crítica: Capitão América 2 – O Soldado Invernal

Vamos começar com uma afirmação: Capitão América 2 – O Soldado Invernal é o MELHOR filme da Marvel, tirando Os Vingadores, claro, nos filmes solos dos heróis. Sim, essa crítica esta sendo escrita por um “Marvete” assumido, que depois de dois filmes legais, Homem de Ferro 3 e Thor: O Mundo Sombrio, é agraciado com um filme digno do líder dos Vingadores.

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A sequência de Capitão América: O Primeiro Vingador consegue aproveitar o legado de Os Vingadores, faz referências à origem que havia sido bem trabalhada no primeiro e segue em frente, adicionando novos elementos ao Universo Marvel nos cinemas e divertindo quem está à procura de um bom filme de ação com humor bem balanceado.

A história do filme se passa após os eventos ocorridos em Nova York, e segue Steve Rogers (Chris Evans) atuando como agente especial da S.H.I.E.L.D., liderando inúmeras missões. O Capitão começa a discordar e a suspeitar da forma como Nick Fury (Samuel L. Jackson) mantém uma série de segredos sobre suas atividades. Em sua nova aventura, o herói conta com a ajuda da linda e sexy Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) e do novato Falcão (Anthony Mackie), tendo que enfrentar um adversário à altura, o Soldado Invernal.

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O roteiro escrito por Christopher Markus e Stephen McFeely, é provavelmente o melhor dos filmes do Universo Marvel. A história se desenrola de forma simples e direta, com ótimas sequencias de ação e humor na medida certa. As relações do Capitão com a Viúva e com o Falcão acontecem de forma natural e sem forçar a barra. E de brinde, temos mais do Nick Fury, que faz todas as suas cenas valerem a pena.

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Capitão América 2 – O Soldado Invernal prepara o terreno para Vingadores 2 e posso falar sem medo que o Capitão que vi na tela é o líder que a equipe precisa.

E não saiam da sala até o fim dos créditos para não perder as cenas extras!