Resenha: Missão: Impossível – Protocolo Fantasma

Não importa se você está indo só pelo Tom Cruise ou por ser fã da série, porque ao entrar na sala de cinema, você vai começar a ver o melhor Missão:Impossível de todos.

O lance todo começa com a missão, liderada pelo nosso já conhecido de outros carnavais Ethan Hunt (Tom Cruise), de invadir o Kremlin para pegar códigos escondidos mas as coisas acabam muito mal. Devido a esse incidente internacional, tem início o Protocolo Fantasma que dá título ao filme, ação que desativa toda a IMF (Força Missão:Impossível). E agora, Hunt e sua equipe, agora “com muito pouco, quase nada”, tem que impedir que um terrorista dê início a uma guerra nuclear de proporções globais.

De cara já lhes falo das novidades e começo pelo diretor Brad Bird. Em seu primeiro filme com atores (ele foi diretor da animação Os Incríveis), Bird adiciona mais fôlego à franquia, continuando o bom trabalho de seu predecessor J.J Abrams, e apostando bem nas piadas e no bom humor pra suavizar o ritmo frenético da ação, o que funciona perfeitamente.

Quanto ao novo time de Hunt, Simon Pegg volta e seu Benji é o alívio cômico na maioria das cenas, mas agora agindo mais em campo do que no filme anterior. Paula Patton está estonteante e também chuta uns traseiros quando precisa, e sua personagem tem muito mais conteúdo do que a personagem de Maggie Q no filme anterior. E se os boatos que colocam Jeremy Renner como o substituto de Tom Cruise na franquia se confirmarem, não se desaponte (a menos que você só vá pelo Cruise, aí é pessoal) pois seu misterioso Brandt é tão capaz na ação quanto Hunt. E o filme ainda tem excelentes pontas crucias a história, como Tom Wilkinson e Josh Holloway, ou como simples divertimento, como Ving Rhames.

Pra finalizar, faça um favor a si mesmo e gaste um pouco mais, porque esse filme pede pra ser visto em IMAX. Se Christopher Nolan tá fazendo escola, Bird ganhou estrelinha nota 10 nessa prova, pois o filme usa e abusa das enormes telas para mostrar as ricas paisagens do filme e ação em larga escala. Quando você vir a cena do prédio Burj Khalifa vai saber do que estou falando. Funciona melhor do que qualquer 3D. Com uma história fácil e empolgante, personagens super bem construídos e ação desenfreada, Protocolo Fantasma tem tudo que Missão:Impossível precisa pra continuar durante um longo tempo.