Primeiras Impressões: Supergirl

Supergirl é a expressão máxima do momento atual em que estamos vivendo. O episódio piloto, mesmo tendo que se concentrar em nos apresentar Kara-El, ou Kara Danvers (Melissa Benoist), separa um momento, onde uma balconista orgulhosa fala “como é bom ter alguém em que minha filha possa se espelhar”. A Supergirl vêm para ser esse símbolo de inspiração, para chegar na fatia do público que queria uma representação, coisa que o homem de azul e vermelho não conseguiria.

O primeiro episódio segue o ritmo e a estrutura que fez sucesso em ‘The Flash’, onde vemos uma Kara já adulta e adaptada à vida humana, nunca usando seus poderes, mas querendo ajudar as pessoas seguindo o exemplo de seu primo, o Superman. E a oportunidade surge quando um avião com sua irmã Alex (Chyler Leigh) à bordo, vai cair no meio de National City. Então ela resolve, à partir daquele momento, e com a ajuda do seu amigo Winn (Jeremy Jordan), ser a Supergirl. Durante o episódio, vemos a ameaça, uma organização, e ao final conhecemos o vilão que irá ditar o ritmo dessa primeira temporada.

O elenco da série entrega bons momentos, com participações muito legais. Assim como pegaram o antigo Flash para ser o pai do novo, trouxeram Dean Cain e Helen Slater, que já viveram o Superman e a Supergirl, para ser os pais adotivos da nova Supergirl. Como a série é feita para atingir um grande público, ela tem um clima meio adolescente, às vezes até meio bobinho, com a personagem levando uma vida normal, de encontros e trabalho, mas é a proposta do produto. E os efeitos especias estão bem legais, principalmente com ela voando pra cima e pra baixo.

O episódio conquista pela atuação de Melissa Benoist como a Supergirl. Ela realmente abraçou a personagem e isso transparece na tela. E para os fãs de quadrinhos, fica impossível não torcer para ver a personagem podendo dar um passeio em Central City ou Star City. Embora os produtores já tenham dito que tal possibilidade é quase nula, não custa nada torcer.